Formação Cívica_2º Período

Tal como tive oportunidade de dizer na primeira página “FORMAÇÃO CÍVICA”, este segundo 2º período vamos trabalhar uma nova temática: “EDUCAÇÃO PARA A SOLIDARIEDADE”

Na última 5ª feira, na aula destinada à formação cívica, após ter feito o levantamento das ideias dos alunos, relativamente ao que é “ser solidário”, foi-lhes lançado um desafio:

  • escrever um pequeno texto que apresentasse um momento em que cada um deles, ou outra pessoa que conhecessem, tivesse tido um gesto de solidariedade para com alguém que estava a precisar de ajuda.

Tendo em conta que estes alunos são do 2º ano e que o conceito “solidariedade” ainda não está muito claro para eles, penso que este desafio os vai ajudar a “sentir” o que é ser solidário.

Outras situações de trabalho, no âmbito da temática, já estão a ser preparadas para serem trabalhadas com e pelos alunos, mas para já, vamos dedicar-nos à escrita de um texto/história, relato de uma ocorrência de solidariedade…

Acabo de receber o primeiro texto via email. A sua autora é a Cíntia.

Tal como tenho feito relativamente às “Histórias no Magalhães” (página agregada às “TIC em sala de aula”), vou deixar aqui a história da Cíntia para que a possam apreciar.

Eu já fui solidária

Era uma vez dois irmãos que andavam pelas ruas e pelos cafés a pedir dinheiro para comer.

Um dia eles foram à padaria, onde eu e a minha mãe estávamos, e começaram a pedir dinheiro.

Eu reparei que eles estavam com muita fome e pedi à minha mãe para os ajudar. Assim, a minha mãe perguntou-lhes se tinham fome e eles responderam que sim. Então, a minha mãe deu aos dois um pão com queijo e fiambre e eles agradeceram e ficaram muito contentes.

Eu fiquei muito feliz por ter podido ajudar alguém que naquele momento precisava de ajuda.

23/1/2011

Cíntia

Eu já fui solidária

Cíntia, obrigada pelo teu trabalho.

O relato de outro aluno, de uma situação que envolve um gesto de solidarieadade. Veio do Francisco P.

O meu tio solidário

Uma vez, o meu tio foi comigo para me comprar uma prenda e encontrámos uma senhora que tinha um filho bebé. O bebé tinha um problema no umbigo e precisava de leite então o meu tio deu-lhe 5€ .

Francisco P.

Obrigada Francisco.

Mais um aluno com o relato da sua experiência… desta vez o autor é o Gonçalo G, que a exemplo do que tem feito enviou o texto via email. Obrigada Gonçalo.

Eu já ajudei alguém…

Fui passear ao Porto.

Estava um dia de sol.

Enquanto andava no metro, para ir a casa do meu avô, encontrei uma pessoa muito pobre. Estava mal vestida, com roupa rota e sem sapatos.

Fiquei com pena dela e eu e o meu pai decidimos ajudá-la. Comprámos-lhe um cobertor e uns sapatos. Ela ficou muito contente e agradeceu-nos. Eu e o meu pai ficámos felizes por termos ajudado alguém a sentir-se melhor.

Seguimos depois o nosso caminho.

Quando cheguei a casa do meu avô contámos-lhe a nossa aventura.

Este foi um dia inesquecível para mim porque ajudei alguém.

Gonçalo Garcia

Estarreja, 23 de Janeiro de 2011

Eu já ajudei alguém_GG

Isabel Almeida, 23/Jan./2011

Mais um texto que acabo de receber via email. O seu autor é o Pedro P.

Obrigada Pedro pela tua participação.

A solidariedade do Lucas

No dia 17 de Janeiro o meu amigo Lucas encontrou um senhor que se chamava António e que lhe disse:

-Por favor ajuda-me, não tenho dinheiro e tenho muita fome.

O Lucas teve pena dele e disse-lhe:

-Vamos àquela padaria para eu te comprar um pão com fiambre e queijo.

O senhor António ficou muito contente e concordou. Mas quando chegaram à padaria, tiveram tão pouca sorte que esta estava fechada. Ambos ficaram tristes e sem saber o que fazer.

Foi então que o Lucas teve uma ideia e perguntou ao senhor António:

– Importa-se de vir a minha casa para eu lhe preparar um lanche?

– Claro que não me importo! – disse o senhor António. E lá foram os dois para casa do Lucas.

Em casa do Lucas, ele preparou-lhe um pão com fiambre e queijo e um leite com chocolate. O Lucas também lanchou com ele.

Depois de lancharem, o Lucas ainda deu ao senhor António mais dois pães para ele levar para casa. O senhor António agradeceu-lhe muito e foi para casa feliz e de barriga cheia. O Lucas também ficou feliz por ter ajudado alguém que precisava.

Pedro P., 25 Janeiro 2010

O Lucas solidário

Mais um relato/texto que chegou via email.

Eu ajudo o Tiago

Quando eu estava na escola o Tiago precisava de ajuda e a professora disse que eu ia ser o tutor do Tiago. Como todos os alunos gostam de apoiar ainda foram mais 2 ou 3 auxiliar outros alunos que precisavam de ajuda. Eu ajudei um amigo que precisava de apoio e senti-me muito feliz.

Pedro G. 26 d e Janeiro 2011

Pedro, obrigada pelo teu testemunho/trabalho e pelo apoio que dás ao Tiago.

Eu ajudo o Tiago

Isabel Almeida,  Janeiro/2010

Mais um texto feito escrito por uma aluna no âmbito da temática em estudo.

NÃO TER NADA

Vou fazer uma pequena viagem pela vida de quem nada tem…

Nas grandes cidades existem pessoas a viver na rua – os sem abrigo. Para poderem sobreviver, pedem a quem passa, alimentos e algum dinheiro. No entanto, poucas pessoas os ajudam realmente.

Um dia, cansada de assistir à indiferença com que estas pessoas eram tratadas todos os dias, apareceu uma família que os quis ajudar. Perguntaram-lhes se gostavam de ir para uma instituição onde teriam outras condições de vida. Lá poderiam comer, dormir, lavarem-se e usufruir de cuidados médicos, mas teriam de trabalhar.

Todos aceitaram porque ninguém gostava de viver naquelas condições e nunca ninguém lhes tinham dado uma oportunidade para poderem mudar de vida. Foram então, para uma instituição onde foram muito bem recebidos e onde se sentiram verdadeiramente úteis. Penso que ainda hoje lá vivem…

Esta é a história de quem nada tem e que dá valor a outras coisas, às quais não damos importância e que deveríamos dar.

Estarreja, 3 de Fevereiro de 2011

Rita Verde

Não Ter Nada

Eu ajudei uma pessoa

Era uma vez uma senhora muito pobre e que vivia muito só porque todas as pessoas da sua família tinham morrido.

Como não encontrou ninguém, sentou-se perto de um supermercado à espera que alguém viesse ajudá-la. Passado um bocado, apareceu uma senhora que depois veio ao salão da minha avó e contou-me o que viu.

– Estava uma senhora à porta do supermercado!

Eu ouvi-a, fui lá com o meu pai, com a minha mãe e com o meu irmão e ajudámos a senhora a encontrar um emprego para que ela pudesse ganhar dinheiro.

Fiquei muito feliz, porque ajudámos uma pessoa.

Luísa M.

Eu ajudei uma pessoa

 

 


 

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